A campanha da Addcomm para o Serenata de Amor foi destaque na revista Target, especializada em marketing. Clique na imagem para vê-la ampliada e ler o texto.
18 julho 2006
Garoto é destaque na Revista
A campanha da Addcomm para o Serenata de Amor foi destaque na revista Target, especializada em marketing. Clique na imagem para vê-la ampliada e ler o texto.
13 julho 2006
MSN e a Aposta nas Pérolas
Por Risoletta Miranda (*)
- Artigo publicado no site IDGNow - www.idgnow.com.br
Todos os dias eu entro na Addcomm e todos os dias eu olho - algumas vezes sem querer, outras querendo – a maioria das telas de computador de nossas estações de trabalho. O ambiente é um grande salão e como tenho que atravessá-lo para chegar à minha sala, esta visualização é até razoavelmente fácil. Está na minha visão normal e periférica. Invariavelmente, nessas “olhadas”, eu sempre vejo 60 a 70% das máquinas com uma janelinha do MSN aberta.
Há ainda outras vezes em que me aproximo de alguém, sentado em uma dessas estações de trabalho, e sempre vejo o ícone do MSN indicando outro alguém chamando ou entrando no MSN. Muitas vezes até a própria pessoa, enquanto fala comigo, rapidamente digita algo e voltamos a falar. Estas situações sempre me fez pensar, de vez em quando: será que estão abusando?
Aí uma amiga jornalista me pediu para escrever um artigo defendendo o uso do MSN nas empresas. Ou, pelo menos, discutindo um pouco essa polêmica toda de que os “Instant Messengers” destroem com a produtividade, distraem as pessoas e são uma miséria total para a gestão de pessoas nas empresas. Acesso fácil a amigos de todo o mundo e a previsível “disponibilidade” de quem está no trabalho sempre on line são os detonadores desse mundo que aumenta a população que gosta de estar nas nuvens e que acaba com os prazos, esvazia os trabalhos de qualidade e ajuda a jogar dinheiro pelo ralo. Sem contar consumo de banda...
Tenho que confessar que todas as vezes que tocava em MSN, na diretoria da minha empresa e também com amigos e outros empresários, ficava no ar aquela desconfiança. Mas será mesmo que a produtividade não está sendo abalada? Nós optamos, como perceberam, por permitir o uso. Bem, provocada a escrever sobre o assunto resolvi fazer o que é um hábito quando estou chateada ou feliz: tento dividir com o máximo de pessoas possível. Então perguntei para toda a minha equipe o que eles achavam. Afinal, se eles não soubessem responder isso, certamente eu não seria a pessoa mais competente para fazê-lo.
Primeiro devo dizer que houve uma grande adesão e recebi emails de quase toda a empresa. Sem querer eu acabei no meio de uma pesquisa de “Clima MSN na Addcomm”. Primeiro ponto positivo!
O resumo da história na versão da minha equipe – e minha: o MSN pode e é dispersivo sim. Mas o que está por trás do seu “bom ou mau uso” é o senso de responsabilidade de cada um. “Homens Sãos, MSN São”. “Homens insanos... MSN idem”. Trocadilhos a parte me parece claro que o uso do MSN não tem a ver com produtividade ou dispersão nas empresas. O vilão pode ser, como me disse um dos meus, a política de RH que deixa alguém insatisfeito. Ou a má seleção no perfil do profissional. Ou mesmo a irresponsabilidade que, me disse outro, deve ser observada e punida. Cartão amarelo na primeira. Vermelho na segunda. E rua! Imagino que isto seja mais fácil para empresas com até 50 pessoas como a minha. Mas certamente pessoas focadas, com responsabilidade e bom senso, não são problema para liberar o uso do MSN nas empresas. Vale o risco? Vale, segundo todos (e eu concordo). A comunicação fica mais ágil dentro da empresa (entre filiais, inclusive, em capitais distantes), conversa em grupo otimizada, economia de uso de telefone (tanto com o uso do texto como o uso de voz).
Bem, vai ter alguém disperso e com baixa produtividade? Vai. Claro. Mas aí será o MSN a ser “demonizado” ou entra naquela análise de que sempre tem um espírito de porco que não está merecendo a confiança que lhe é depositada? Pois é... em meio a pérolas sempre acaba-se achando.... Bem, agora, todo dia quando entro na empresa e vejo as janelinhas de MSN abertas, quicando, penso nos emails que recebi do meu pessoal e agradeço ao fato da jornalista ter-me sugerido escrever sobre o MSN um dia. Afinal, tenho uma preocupação a menos todo dia. Mas os cartões Amarelo e Vermelho estão no bolso para qualquer eventualidade ;-))
Risoletta Miranda é sócia e Presidente da Addcomm (www.addcomm.com.br), formada em jornalismo, MBA Marketing COPPEAD/UFRJ, especializada em Planejamento Estratégico de Marketing e Comunicação On Line e uma das criadoras do Conceito de VRM – Virtual Relationship Management – Addcomm.
rizzo@addcomm.com.br
- Artigo publicado no site IDGNow - www.idgnow.com.br
Todos os dias eu entro na Addcomm e todos os dias eu olho - algumas vezes sem querer, outras querendo – a maioria das telas de computador de nossas estações de trabalho. O ambiente é um grande salão e como tenho que atravessá-lo para chegar à minha sala, esta visualização é até razoavelmente fácil. Está na minha visão normal e periférica. Invariavelmente, nessas “olhadas”, eu sempre vejo 60 a 70% das máquinas com uma janelinha do MSN aberta.
Há ainda outras vezes em que me aproximo de alguém, sentado em uma dessas estações de trabalho, e sempre vejo o ícone do MSN indicando outro alguém chamando ou entrando no MSN. Muitas vezes até a própria pessoa, enquanto fala comigo, rapidamente digita algo e voltamos a falar. Estas situações sempre me fez pensar, de vez em quando: será que estão abusando?
Aí uma amiga jornalista me pediu para escrever um artigo defendendo o uso do MSN nas empresas. Ou, pelo menos, discutindo um pouco essa polêmica toda de que os “Instant Messengers” destroem com a produtividade, distraem as pessoas e são uma miséria total para a gestão de pessoas nas empresas. Acesso fácil a amigos de todo o mundo e a previsível “disponibilidade” de quem está no trabalho sempre on line são os detonadores desse mundo que aumenta a população que gosta de estar nas nuvens e que acaba com os prazos, esvazia os trabalhos de qualidade e ajuda a jogar dinheiro pelo ralo. Sem contar consumo de banda...
Tenho que confessar que todas as vezes que tocava em MSN, na diretoria da minha empresa e também com amigos e outros empresários, ficava no ar aquela desconfiança. Mas será mesmo que a produtividade não está sendo abalada? Nós optamos, como perceberam, por permitir o uso. Bem, provocada a escrever sobre o assunto resolvi fazer o que é um hábito quando estou chateada ou feliz: tento dividir com o máximo de pessoas possível. Então perguntei para toda a minha equipe o que eles achavam. Afinal, se eles não soubessem responder isso, certamente eu não seria a pessoa mais competente para fazê-lo.
Primeiro devo dizer que houve uma grande adesão e recebi emails de quase toda a empresa. Sem querer eu acabei no meio de uma pesquisa de “Clima MSN na Addcomm”. Primeiro ponto positivo!
O resumo da história na versão da minha equipe – e minha: o MSN pode e é dispersivo sim. Mas o que está por trás do seu “bom ou mau uso” é o senso de responsabilidade de cada um. “Homens Sãos, MSN São”. “Homens insanos... MSN idem”. Trocadilhos a parte me parece claro que o uso do MSN não tem a ver com produtividade ou dispersão nas empresas. O vilão pode ser, como me disse um dos meus, a política de RH que deixa alguém insatisfeito. Ou a má seleção no perfil do profissional. Ou mesmo a irresponsabilidade que, me disse outro, deve ser observada e punida. Cartão amarelo na primeira. Vermelho na segunda. E rua! Imagino que isto seja mais fácil para empresas com até 50 pessoas como a minha. Mas certamente pessoas focadas, com responsabilidade e bom senso, não são problema para liberar o uso do MSN nas empresas. Vale o risco? Vale, segundo todos (e eu concordo). A comunicação fica mais ágil dentro da empresa (entre filiais, inclusive, em capitais distantes), conversa em grupo otimizada, economia de uso de telefone (tanto com o uso do texto como o uso de voz).
Bem, vai ter alguém disperso e com baixa produtividade? Vai. Claro. Mas aí será o MSN a ser “demonizado” ou entra naquela análise de que sempre tem um espírito de porco que não está merecendo a confiança que lhe é depositada? Pois é... em meio a pérolas sempre acaba-se achando.... Bem, agora, todo dia quando entro na empresa e vejo as janelinhas de MSN abertas, quicando, penso nos emails que recebi do meu pessoal e agradeço ao fato da jornalista ter-me sugerido escrever sobre o MSN um dia. Afinal, tenho uma preocupação a menos todo dia. Mas os cartões Amarelo e Vermelho estão no bolso para qualquer eventualidade ;-))
Risoletta Miranda é sócia e Presidente da Addcomm (www.addcomm.com.br), formada em jornalismo, MBA Marketing COPPEAD/UFRJ, especializada em Planejamento Estratégico de Marketing e Comunicação On Line e uma das criadoras do Conceito de VRM – Virtual Relationship Management – Addcomm.
rizzo@addcomm.com.br
06 julho 2006
10 Milhas Garoto no Ar!

Prepare as pernas para correr! Vem aí as 10 Milhas Garoto, uma das mais tradicionais corridas de rua do Brasil!
A Addcomm criou uma campanha online para divulgar a 17ª edição da Dez Milhas Garoto, evento que faz parte do calendário nacional de atletismo. A agência desenvolveu um hotsite especial, onde os interessados terão acesso à ficha de inscrição para download e às informações gerais do evento. Além disso, a divulgação contará com o envio de e-mail marketing para base de cadastrados no portal da Chocolates Garoto. Acesse agora: www.garoto.com.br.
30 junho 2006
A Nova Velha Web
A nova web já existe há um bom tempo, sabia? Web 2.0 é uma evolução natural da própria web e das pessoas que se relacionam com ela, no papel de clientes, consumidores, usuários e profissionais. É um conjunto de conceitos, mais do que novas tecnologias.
Por João Pereira.
Neste mundinho lindo que Deus nos deu (pena que poucos o notem), tudo muda. Pois bem, olhem aí o burburinho da nova web, essa tal de web 2.0, onde nunca foram tão patentes os impactos das descobertas, das tecnologias e serviços. Nossa história tem início na reunião entre O’Reilly Media e MediaLive, com o cunho do termo e o surgimento das primeiras conferências sobre o assunto, isso lá em outubro de 2004. A idéia da nova web é sedutora, o termo ganhou destaque e conseqüente adesão, virou “buzzword”. Mercado, empresas e profissionais começaram a se movimentar em direção a tão comentada web 2.0. E aí aparecem as primeiras discussões acerca do termo, umas favoráveis, outras nem tanto.
Ainda há aqueles preocupados em alcançar algum lucro com o marketing por trás do nome, que crêem na web 2.0 como revolução, desejando aproveitar o momento e fazer sucesso. Espera-se que daqui a algum tempo não surja uma web 3.0, aí... ploc!, uma nova bolha estoura. Então, lembrem-se: aqui tudo muda. Mas basta de alarmes, o futuro nos reserva algo de melhor.
Porque web 2.0 não se trata de revolução, mas de evolução. De uma evolução natural da própria web e das pessoas que se relacionam com ela, sejam clientes, consumidores, usuários ou profissionais. Mais do que um apanhado de novas tecnologias, a web 2.0 é um conjunto de conceitos, que estão sendo divulgados com sucesso pelos entusiastas da nova web.
Eis aí um grande mérito da web 2.0: transformar o velho, em novo.
Explico-me rapidamente. Alguns conceitos da web 2.0 existem há um bom tempo, mas por alguma razão não foram devidamente fomentados, talvez por falta de suporte tecnológico, ou de visão daqueles que se relacionavam com o meio. Realmente, talvez a grande sacada não seja simplesmente tecnológica, mas sim humana; vivemos na Era da Informação e parece que só agora despertamos para este mundo, estamos a descobrir a nossa voz, a falar e a ser ouvidos. Antes dependentes dos veículos tradicionais e formadores de opinião (muitas vezes até parciais), agora experimentamos um ambiente em que todos têm a sua vez, todos se fazem ouvir.
Inteligência colaborativa, democratização e descentralização da informação são alguns dos conceitos que começaram a ganhar destaque, e são idéias por demais importantes, que irão mudar nosso mundo e a forma na qual interagimos com ele. É só, por exemplo, observar o sucesso das aplicações sociais: Orkut, Flickr, Del.icio.us, YouTube, entre tantas outras.
Há uma necessidade primária em nos comunicarmos, de expressarmos emoções, de compartilharmos experiências e conhecimentos; nada melhor do que um canal livre e democrático, onde em princípio não há donos, para extravasarmos todo este potencial humano e, no fim das contas, simplesmente nos comunicarmos. É, essa coisa toda da web 2.0 veio bem a calhar.
Bom, aos que ainda não estão familiarizados com “a nova velha web” e seus conceitos, deixo dois ótimos links. Leitura recomendada.
Você sabe o que é Web 2.0? Nossos clientes também não.,., por Mauro Amaral, Cris Dias, Fabio Seixas, Humberto Oliveira e Rafael Apocalypse. Possivelmente um dos melhores textos, escritos em português, conceituando de forma didática a nova web e os seus princípios. Com certeza, vale a pena.
What Is Web 2.0, por Tim O'Reilly. Um artigo longo, porém indispensável. Ademais, foi onde tudo começou.
É chegada a hora de finalizar meu texto, não sei ao certo se você, leitor, é profissional da área, ou curioso, seja como for, saiba que nossa web está mudando, sempre e em constante evolução. Eu e você vamos, também, amadurecendo e compreendendo melhor o mundo em que vivemos, absorvendo novas idéias e, o mais importante, nos faremos notar.
Temos todo o potencial de ser uma voz ativa, bastará exercê-lo.
Por João Pereira.
Neste mundinho lindo que Deus nos deu (pena que poucos o notem), tudo muda. Pois bem, olhem aí o burburinho da nova web, essa tal de web 2.0, onde nunca foram tão patentes os impactos das descobertas, das tecnologias e serviços. Nossa história tem início na reunião entre O’Reilly Media e MediaLive, com o cunho do termo e o surgimento das primeiras conferências sobre o assunto, isso lá em outubro de 2004. A idéia da nova web é sedutora, o termo ganhou destaque e conseqüente adesão, virou “buzzword”. Mercado, empresas e profissionais começaram a se movimentar em direção a tão comentada web 2.0. E aí aparecem as primeiras discussões acerca do termo, umas favoráveis, outras nem tanto.
Ainda há aqueles preocupados em alcançar algum lucro com o marketing por trás do nome, que crêem na web 2.0 como revolução, desejando aproveitar o momento e fazer sucesso. Espera-se que daqui a algum tempo não surja uma web 3.0, aí... ploc!, uma nova bolha estoura. Então, lembrem-se: aqui tudo muda. Mas basta de alarmes, o futuro nos reserva algo de melhor.
Porque web 2.0 não se trata de revolução, mas de evolução. De uma evolução natural da própria web e das pessoas que se relacionam com ela, sejam clientes, consumidores, usuários ou profissionais. Mais do que um apanhado de novas tecnologias, a web 2.0 é um conjunto de conceitos, que estão sendo divulgados com sucesso pelos entusiastas da nova web.
Eis aí um grande mérito da web 2.0: transformar o velho, em novo.
Explico-me rapidamente. Alguns conceitos da web 2.0 existem há um bom tempo, mas por alguma razão não foram devidamente fomentados, talvez por falta de suporte tecnológico, ou de visão daqueles que se relacionavam com o meio. Realmente, talvez a grande sacada não seja simplesmente tecnológica, mas sim humana; vivemos na Era da Informação e parece que só agora despertamos para este mundo, estamos a descobrir a nossa voz, a falar e a ser ouvidos. Antes dependentes dos veículos tradicionais e formadores de opinião (muitas vezes até parciais), agora experimentamos um ambiente em que todos têm a sua vez, todos se fazem ouvir.
Inteligência colaborativa, democratização e descentralização da informação são alguns dos conceitos que começaram a ganhar destaque, e são idéias por demais importantes, que irão mudar nosso mundo e a forma na qual interagimos com ele. É só, por exemplo, observar o sucesso das aplicações sociais: Orkut, Flickr, Del.icio.us, YouTube, entre tantas outras.
Há uma necessidade primária em nos comunicarmos, de expressarmos emoções, de compartilharmos experiências e conhecimentos; nada melhor do que um canal livre e democrático, onde em princípio não há donos, para extravasarmos todo este potencial humano e, no fim das contas, simplesmente nos comunicarmos. É, essa coisa toda da web 2.0 veio bem a calhar.
Bom, aos que ainda não estão familiarizados com “a nova velha web” e seus conceitos, deixo dois ótimos links. Leitura recomendada.
Você sabe o que é Web 2.0? Nossos clientes também não.,., por Mauro Amaral, Cris Dias, Fabio Seixas, Humberto Oliveira e Rafael Apocalypse. Possivelmente um dos melhores textos, escritos em português, conceituando de forma didática a nova web e os seus princípios. Com certeza, vale a pena.
What Is Web 2.0, por Tim O'Reilly. Um artigo longo, porém indispensável. Ademais, foi onde tudo começou.
É chegada a hora de finalizar meu texto, não sei ao certo se você, leitor, é profissional da área, ou curioso, seja como for, saiba que nossa web está mudando, sempre e em constante evolução. Eu e você vamos, também, amadurecendo e compreendendo melhor o mundo em que vivemos, absorvendo novas idéias e, o mais importante, nos faremos notar.
Temos todo o potencial de ser uma voz ativa, bastará exercê-lo.
Assinar:
Postagens (Atom)
