O AddMove abaixo é uma pequeníssima homenagem aos anos vividos por nós no Prédio do Teleporto, nossa matriz no RJ. Foram 7 anos de Advice (hoje Addcomm) no 15o. andar. Muitas pessoas que se juntaram e se separaram. Projetos que deram certo. Outros nem tanto. E, no final das contas, a grande sensação de que construimos algo de bom com tanta gente e numa indústria ainda por se provar embora não se tenha mais como voltar atrás. A internet é definitiva.
Esta semana estamos trabalhando entre marteladas que desmontam as estações de trabalho, poeira, caixotes de mudança, fios pendurados... Tenho brincado com o pessoal do Rio ('estamos meio Vietnã, meio Sarajevo"). É até divertido. Para mim tem sido uma experiência diferente entre o divertido do mudar de casa e uma certa nostalgia de quem chegou neste prédio antes mesmo da Addcomm. 3 anos antes eu já trabalhava ali com a Denison.
Então, para mim, arrumar minhas coisas e ver a empresa sendo "desmontada" para ir para um outro lugar - que, por sinal é bonito e muito charmoso! Em breve se verá o vídeo dele aqui! É só o arquiteto liberar! - é como encaixotar também sentimentos tão diversos. A maioria absoluta de boas descobertas. Grandes momentos que terão uma "caixa" especial para ir comigo ao novo endereço. Vai com a gente a Abitam (fidelíssima!), a Nova Varig e a Garoto (clientes históricos de 7 anos!). Vai com a gente a ONS e a Approach (4 anos!). Vai com a gente os dois anos das novíssimas Hipoglós e Softcorp. Vai Roche, Siemens, Nissan e Aracruz. Vai White, Arus, Vipal, MWM, Camargo. Vai o VRM com seu crescimento constante.
E vai um pouco de tanta gente legal que foi deixando um "pouco do sangue" para construir a empresa. Citar alguém ia ser uma briga que a gente sempre perde para a memória. Então a gente leva mesmo é no coração que nada esquece e tudo valoriza. A turma que vai agora está, como eu, com certeza, ansiosa por um lugar diferente, novos ares (mais restaurantes!).
Estamos aproveitando a nova casa para, mais do que ir para um lugar melhor (fisicamente) ir para um lugar que nos ajude a continuar contando com alegria e diversão (e muito trabalho!) essa história de ser desbravador de web. Picareta em punho: isso não mudou! Como se diz nos seminários de web, somos como os caras do velho oeste americano indo atrás do ouro. Do ouro e do sol. Descanse em paz, Teleporto! Que Deus o tenha! Você sempre será especial na vida da Addcomm.
O vídeo foi para não perder o timing. Mistura de forma bem simples imagens novas e da mudança. A música é homenagem dupla ( "What Wonderful World", de Louis Armstrong): porque sua letra cabe como uma luva e porque é usada como trilha no filme "Good Morning, Vietnã!) de Barry Levinson, estrelado por Robin Williams. Leia em http://www.filmes.net/robinwilliams/filme1.shtml e vejam como tem tudo a ver com clima de mudança! Goooooood Morning Addcomm!!!!!!!!!! ;-)))))))))))))))) (rizzo)
29 janeiro 2007
21 janeiro 2007
Nissan Crazy está no ar!
Você pode esperar. Se você ainda não ficou Crazy... é uma questão de segundos, até sentir, ver e ouvir a nova campanha da Nissan. Você vai se apaixonar! Criada pela TBWA\, agência off line da Nissan, a campanha teve a parte on line feita pela Addcomm. Um trabalho em conjunto que começou hoje com inserções no "Fantástico" e vai deixar muita gente Crazy pela cidade. Se você não viu ainda, aproveita e vê a versão de 60 segundos que está na web. E deixe-se ficar Crazy! Parabéns a toda a equipe e para o cliente que, depois dessa campanha (que ainda vai ter muita novidade por aí), vai deixar toda a concorrência cafona... cafona... ;-))
15 janeiro 2007
Garoto em Ritmo de Páscoa!
Você é louco por chocolates? E além disso é louco por novidades? Então não perde por esperar. Este ano a Páscoa da Garoto vem com muitas novidades deliciosas. São ovos maravilhosos que nós, da Addcomm, tivemos o privilégio de ver em primeira mão. 

Nas fotos você acompanha vários momentos da Convenção de Páscoa realizada no final de semana na Bahia.
Além disso, prepare sua emoção porque a campanha de Páscoa na web também vem cheia de novidade! Nós da Addcomm adoramos trabalhar para uma marca tão querida e gostosa. Por isso nosso blog hoje é só alegria com a participação de todos os gerentes de produtos da empresa. De cima para baixo, da esquerda para a direita, Rizzo aparece nas fotos com: Gabriela Bonella (Pós e Coberturas), Adriana Tapia (Caixas) e Ronaldo Carneiro (Gerente de Marketing), Wagner Krohling (Páscoa), Carlos e Luis da W/Brasil. Abaixo: Ricardo Martinez (Serenata e todos os bombons bola), todas as gerentes, incluindo Jane Machado (Páscoa), Karla Simonetti (Tabletes) e Tathiana Bersiani (Bombons e Internet).

27 dezembro 2006
Um lugar para ficar em 2007
O final de ano é um momento pródigo de projeções, análises de tendências e de exibicionismos. Alguns toscos. Outros realmente válidos. Quando se fala de tecnologia em internet é possível ter uma boa parcela de percentual de acerto. Mas o outro lado da moeda, onde buscamos as tendências de comportamento do “homo digitalis” e o que ele efetivamente vai valorizar, difundir, adotar e se “viciar” nos próximos 12 meses na web é um pouco mais difícil.
E é fácil entender. Nós somos tão “aderentes” quando “descolados”. Tão atentos quanto distraídos. Não se previa a força das comunidades e do You Tube do jeito que aconteceram. Ainda assim eles deram sinais claros que seriam algo diferente. Foram um estupor! O que é preciso olhar agora – ou mesmo fundamental – é o quanto isto muda nossas “relações de força” com as marcas, as empresas, a mídia e, no plano pessoal, com nossa individualidade.
Individualismo ou colaboração? Colaboração ou voluntariado? Público é privado? Privado é voluntarismo? Onde estão minhas coisas? Com quem? A quem elas influenciam? Influenciam? Qual a profundidade das minhas relações virtuais e o quanto elas são parte da minha vida? Não são poucas as perguntas e as respostas não são fáceis ou tão “à mão”. Consumir informação na era e nos formatos da internet nos trouxe um ser humano rascunhado sobre um cenário de imensa complexidade. Eu me sinto atônita diante disso. Não é uma surpresa imobilizadora. Ao contrário. É instigante. Mas não posso negar seu caráter perturbador. Muitas vezes me surpreendo com um certo “gelo” percorrendo minha espinha dorsal ao pensar em como minha intimidade exposta pode me trazer desconforto. E, ao contrário, o quanto isto pode satisfazer meu ego, meus desejos de colaboração, minhas necessidades de aprendizado contínuo.
Perplexidades à parte o fato é que a nossa história de 2007, com a internet, continuará a ser tão intensa, valiosa e questionadora quanto vem sendo nestes mais de 10 anos que a rede se apresentou à nossa vida. São certamente anos - em formato de séculos -, passados a toque de bytes e que não nos tem dado o tempo adequado para sequer digerir. Mas, afinal, para que digerir? E digerir de que maneira? Lembro, a bordo de tantas perguntas que me “assaltam” agora, de uma entrevista que li outro dia com um artista plástico onde se perguntava a ele o que queria dizer determinado quadro ou a sua obra de uma maneira geral. A resposta dele era tão simples quanto desconcertante: “não faço quadros para dar respostas e sim para fazer perguntas”.
Então isto poderia ser aplicado ao que temos absorvido (ou não) de mudanças com a web. Aprendemos, fundamentalmente, que viver ao sabor de perguntas pode ser tão enriquecedor quanto o porto seguro das respostas. Até porque as perguntas têm sido não apenas em maior número mas também em qualidade diferenciada e inovadora. Verei meus filmes e clips prediletos direto no You Tube? Ou a TV Digital vai afinal achar um lugar nesse espaço? Os leitores de jornais estão mesmo, como se diz por aí, literalmente, morrendo? Ou estão apenas indo para um canto muito especial? A mobilidade nos deixa mais estressados ou nos coloca mais bem preparados e com melhor tempo de reação em nossas empresas e na vida profissional? Tanta informação é sufocante ou a Biblioteca de Alexandria era, proporcionalmente, a mesma coisa?
Como o artista citado, não tenho respostas. Por enquanto – e durante muito tempo – acho que estarei mais confortável do lado das perguntas porque elas têm me mantido intensa. Um estado de espírito e de “estar” que gosto mais. E isso tem me permitido usufruir com um prazer “de era de internet” das pequenas descobertas do dia-a-dia. Exemplo? Encomendar e receber todos os meus presentes de natal sem ter que arrebentar os pés nos shoppings lotados de gente. Pena que o tele-transporte ainda seja algo distante da realidade em dias de caos aéreo. Mas pelo menos os amigos estavam ali, bem conectados com a gente e independente da companhia aérea e dos controladores de vôo. ;-))) Peço apenas que não apareçam os controladores na internet.
Que venha, pois, 2007 ;-))
Risoletta Miranda é sócia e Presidente da Addcomm (www.addcomm.com.br), formada em jornalismo, MBA Marketing COPPEAD/UFRJ, especializada em Planejamento Estratégico de Marketing e Comunicação On Line e uma das criadoras do Conceito de VRM – Virtual Relationship Management – Addcomm.
rizzo@addcomm.com.br
Coluna originalmente escrita para o Portal IDG Now (www.idgnow.com.br)
E é fácil entender. Nós somos tão “aderentes” quando “descolados”. Tão atentos quanto distraídos. Não se previa a força das comunidades e do You Tube do jeito que aconteceram. Ainda assim eles deram sinais claros que seriam algo diferente. Foram um estupor! O que é preciso olhar agora – ou mesmo fundamental – é o quanto isto muda nossas “relações de força” com as marcas, as empresas, a mídia e, no plano pessoal, com nossa individualidade.
Individualismo ou colaboração? Colaboração ou voluntariado? Público é privado? Privado é voluntarismo? Onde estão minhas coisas? Com quem? A quem elas influenciam? Influenciam? Qual a profundidade das minhas relações virtuais e o quanto elas são parte da minha vida? Não são poucas as perguntas e as respostas não são fáceis ou tão “à mão”. Consumir informação na era e nos formatos da internet nos trouxe um ser humano rascunhado sobre um cenário de imensa complexidade. Eu me sinto atônita diante disso. Não é uma surpresa imobilizadora. Ao contrário. É instigante. Mas não posso negar seu caráter perturbador. Muitas vezes me surpreendo com um certo “gelo” percorrendo minha espinha dorsal ao pensar em como minha intimidade exposta pode me trazer desconforto. E, ao contrário, o quanto isto pode satisfazer meu ego, meus desejos de colaboração, minhas necessidades de aprendizado contínuo.
Perplexidades à parte o fato é que a nossa história de 2007, com a internet, continuará a ser tão intensa, valiosa e questionadora quanto vem sendo nestes mais de 10 anos que a rede se apresentou à nossa vida. São certamente anos - em formato de séculos -, passados a toque de bytes e que não nos tem dado o tempo adequado para sequer digerir. Mas, afinal, para que digerir? E digerir de que maneira? Lembro, a bordo de tantas perguntas que me “assaltam” agora, de uma entrevista que li outro dia com um artista plástico onde se perguntava a ele o que queria dizer determinado quadro ou a sua obra de uma maneira geral. A resposta dele era tão simples quanto desconcertante: “não faço quadros para dar respostas e sim para fazer perguntas”.
Então isto poderia ser aplicado ao que temos absorvido (ou não) de mudanças com a web. Aprendemos, fundamentalmente, que viver ao sabor de perguntas pode ser tão enriquecedor quanto o porto seguro das respostas. Até porque as perguntas têm sido não apenas em maior número mas também em qualidade diferenciada e inovadora. Verei meus filmes e clips prediletos direto no You Tube? Ou a TV Digital vai afinal achar um lugar nesse espaço? Os leitores de jornais estão mesmo, como se diz por aí, literalmente, morrendo? Ou estão apenas indo para um canto muito especial? A mobilidade nos deixa mais estressados ou nos coloca mais bem preparados e com melhor tempo de reação em nossas empresas e na vida profissional? Tanta informação é sufocante ou a Biblioteca de Alexandria era, proporcionalmente, a mesma coisa?
Como o artista citado, não tenho respostas. Por enquanto – e durante muito tempo – acho que estarei mais confortável do lado das perguntas porque elas têm me mantido intensa. Um estado de espírito e de “estar” que gosto mais. E isso tem me permitido usufruir com um prazer “de era de internet” das pequenas descobertas do dia-a-dia. Exemplo? Encomendar e receber todos os meus presentes de natal sem ter que arrebentar os pés nos shoppings lotados de gente. Pena que o tele-transporte ainda seja algo distante da realidade em dias de caos aéreo. Mas pelo menos os amigos estavam ali, bem conectados com a gente e independente da companhia aérea e dos controladores de vôo. ;-))) Peço apenas que não apareçam os controladores na internet.
Que venha, pois, 2007 ;-))
Risoletta Miranda é sócia e Presidente da Addcomm (www.addcomm.com.br), formada em jornalismo, MBA Marketing COPPEAD/UFRJ, especializada em Planejamento Estratégico de Marketing e Comunicação On Line e uma das criadoras do Conceito de VRM – Virtual Relationship Management – Addcomm.
rizzo@addcomm.com.br
Coluna originalmente escrita para o Portal IDG Now (www.idgnow.com.br)
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